Apampesp é recebida pelo presidente do STF em reunião histórica em Brasília
O dia 11 de março de 2026 passa a ocupar um lugar de destaque na trajetória da Apampesp. Em Brasília, a presidente da Entidade, professora Walneide Romano, foi recebida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em um encontro que marca, de forma inédita, a presença da Apampesp no mais alto nível do Poder Judiciário brasileiro.
Pela primeira vez, a voz dos professores aposentados paulistas ecoou diretamente no gabinete da Suprema Corte. Mais do que uma reunião institucional, o momento simboliza um avanço histórico na luta contra o confisco previdenciário que penaliza aposentados e pensionistas.
Durante a audiência, a presidente da Apampesp apresentou, de forma firme e fundamentada, o pedido de celeridade no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADINs) que questionam a cobrança da contribuição previdenciária sobre aposentadorias e pensões. A medida é apontada pela Entidade como uma grave injustiça, que compromete a dignidade de quem já dedicou toda uma vida ao serviço público.
O encontro contou também com a presença do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos – responsável por articular o encontro, da deputada federal Luciene Cavalcante, do deputado estadual Carlos Giannazi e do vereador paulistano Celso Giannazi, reforçando o caráter institucional e a relevância política da pauta apresentada.
O ministro Edson Fachin ouviu atentamente as manifestações e indicou que o julgamento do tema pode ser retomado no próximo mês de abril, sinalizando um possível avanço em uma demanda que mobiliza milhares de aposentados em todo o país.
A audiência representa um passo decisivo na construção de caminhos para o reconhecimento da inconstitucionalidade do confisco. Mais do que isso, reafirma o protagonismo da Apampesp na defesa intransigente dos direitos dos professores aposentados. Este não é apenas um registro institucional. É a história sendo escrita com coragem, persistência e compromisso.
Porque quando uma causa justa atravessa as portas do Supremo, ela deixa de ser apenas reivindicação e passa a ocupar o lugar que sempre foi seu: o da urgência.
Confisco nunca mais. Devolução dos valores confiscados já!







