Apampesp promove grande carreata contra o confisco previdenciário em Presidente Prudente. Mobilização atraiu centenas de veículos e parou as ruas da cidade

A cidade de Presidente Prudente, no oeste paulista, parou na manhã desta terça-feira, dia 31 de agosto, com a realização de uma grande carreata contra o confisco previdenciário organizada pela Apampesp.

Idealizada pela presidente da Entidade, a professora Walneide Romano, a carreata contou com o suporte da Regional de Presidente Prudente, presidida pela professora Marinez Vian Bisachhi.

A Regional de Adamantina, dirigida pela professora Marli Ramos Motta Igarashi, também contribuiu com a produção de material para a mobilização. A carreata ainda contou com as presenças da presidente do Conselho Fiscal, professora Maria Lúcia Artoni; da diretora regional de Assis, professora Cleny de Lourdes Sant’Ana; de representantes da Udemo, da Apase e da Apeoesp; do deputado estadual Carlos Giannazi, autor do PDL 22/20, que suspende o confisco previdenciário; e da professora e vereadora Joana D’Arc Patrício do Nascimento.

Centenas de professores aposentados da cidade e da região também comparecerem em peso à carreata e sob buzinaços, palavras de ordem e bandeiras de protesto, pediram o fim da contribuição previdenciária que vem afetando servidores aposentados e pensionistas de todo o Estado.

A grande mobilização também atraiu a atenção da imprensa local. Clique AQUI e veja a matéria produzida pela TV Fronteira, afiliada da Rede Globo na região. O G1 – portal de notícias da Globo, também repercutiu a manifestação. Confira AQUI.

Comentários para “Apampesp promove grande carreata contra o confisco previdenciário em Presidente Prudente. Mobilização atraiu centenas de veículos e parou as ruas da cidade”

  1. Parabéns APAMPESP, Professora Walneide Romano, nossa digna Presidente! Muito boa a manifestação deste último dia de agosto de 2021: ordeira, oportuna e objetiva; quisera que as demais entidades sindicais que representam a EDUCAÇÃO PAULISTA (e brasileira), tivessem as mesmas iniciativas, pois o que estão fazendo com nosso ensino é muito triste, inconsequente e perigoso para o futuro das gerações vindouras, não só no sentido econômico (salários, vencimentos), mas, acima de tudo no que se refere ao SONHO do jovem por um futuro melhor, independente e seguro; particularmente, como professor aposentado, sinto-me ofendido com meu salário atual e magoado por tanto desprezo e marginalização a que estou sendo submetido; lecionei durante 36 anos e meio (escolas públicas, privadas e particulares) sempre com muito carinho, objetivo, responsabilidade e amor, e agora sou um ilustre desconhecido, por muitos políticos considerados um estorvo, carta fora do baralho. É tudo muito triste!

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